Peripécias do Google Street View Part II

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O Google é muito mais do que o SEU ponto inicial na internet (tá bom, é o meu também). É também mais que um “simples” mega-site que indexa outros sites e mostra o conteúdo que você, sozinho, ia demorar anos para achar na web. Há algum tempo os meninos de Mountain View decidiram que queriam mostrar o mundo para todos. Ao invés de simplesmente mostrarem sites, decidiram que queriam também mostrar lugares, países… e pessoas! E tudo com a maior qualidade possível.

Dessa iniciativa nasceram diversos serviços largamente imitados após o seu lançamento. Temos o Google Maps, o Google Earth e, mais recentemente, o Google Street VIew. O último é o mais polêmico, e também o mais genial. Poder ter acesso à fotografias em 360º de diversos locais do mundo (que devem dar uma trabalho dos diabos para serem tiradas) é uma das coisas mais legais inventadas na internet nos últimos anos, mesmo que com pouca utilidade para caras sem-dinheiro como eu.

Mas, nem só alegrias foram tragas pelo Street View. À época de seu lançamento ele sofreu duras críticas, sendo acusado de invasor da privacidade alheia. Não deixa de ser verdade, afinal você pode simplesmente estar andando pela rua quando o carrinho negro do Google passa, tira fotos e mostra a sua cara para o mundo inteiro. Até aí tudo bem, mas às vezes certas pessoas são flagradas em situações digamos… periclitantes! Daí para o sucesso – negativo – na web é um pulo. Seria mais ou menos a versão moderna dos quinze minutos de fama que Andy Warhol previu que todos teríamos (aqui dura mais um pouco).

O sucesso do serviço levou-o até outras cidades do mundo, como Tóquio e Madrid. Deveriam ter repensado isso, principalmente colocar um Street View em TÓQUIO. O mundo não estava preparado para ver o dia-a-dia dos japoneses em sua terra natal, livre dos princípios “morais” que o Ocidente adota. Diante de tal incômodo o Google chegou até mesmo a inserir no serviço uma ferramenta que desfoca rostos…o que não adianta muita coisa, afinal a pessoa podia não estar 100% identificada, mas ainda assim poderia estar fazendo alguma merda.

Eu, sendo uma pessoa que sempre gosta de ver o lado mais caótico e interessante das coisas, resolvi dar uma busca (não muito grande admito) para localizar as imagens mais intrigantes, estranhas e bizarras já tiradas pelo serviço Street View do Google. Algumas dessas imagens eu consegui já inserida em seu respectivo mapa, mas as outras não achei o lugar exato em que foi tirada.

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10º Beber, cair…

Esse cara chegou até mesmo a querer processar o Google, após ver que sua pequena queda, devido as fortes doses alcólicas que ele havia ingerido, ter ficado pública para todo o planeta.

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9º FOGO!!!

No mínimo essa casa pertencia a algum funcionário da Microsoft, responsável pelo setor de internet da empresa. Imagino a cara de sadismo do motorista do Viewmóvel

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8º Perdeu playboy!

Flagra dos mais sinistros. O bandido achando que estava saindo limpo do pequeno assalto, quando sua cara (é o que dá não usar mácara) fica completamente exposta em TODA a internet…

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7º Mula sem Cabeça…

Eu sei, não é uma mula, mas não resisti ao trocadilho.

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6º Invasão Alienígena

É o que se pode pensar ao ver a imagem ao lado, com um ET descendo à Terra, e escapando de uma raio laser matador!

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É daí para pior. Não acredita? Olhe as bizarrices já vistas no Japão…

Obs: Contém cenas inadequadas para menores de 16 anos. Mas como eu sei que os menores dessa idade não vão contar para os pais onde acharam as imagens, vou coloca-las mesmo assim (lembrem-se: essas imagens estão na internet nos serviços do Google e foi de lá que as tirei. Depois não me acusem de amoral)!

Obs 2: Todas as imagens abaixo foram selecionadas pelo BruNêra, que conhece muito melhor o Japão do que eu…

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5º Mão Boba

Creio que o título, e a bolinação do japinha são auto-explicativos…

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4º Estranho…

Não sei exatamente o que esse japinha, segurando esse estranho objeto está querendo fazer, mas achei bem bizarro (e com certeza tem relação com a japinha gostosinha ali da frente).

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3º Pausa para trabalho!

Um executivo, uma colegial, no Japão… vocês entenderam!

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2º Street Sex

Além de tentáculos, os japoneses também se excitam em fazer sexo em lugares públicos (não são só eles, eu sei, mas piada é piada).

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1º Nu com a mão… no policial

Nada com sair de casa com disposição e tomar um banho de sol pelado no meio da rua! Por que mulheres não fazem isso, em massa, também?

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Chega desse treco de Street View. Mas, quem sabe ele um dia não chegue em terras capixabas e com um laptop buscando imagens para ilustrar meus posts, ou ainda fazendo gato na instalação de algum orelhão para tentar obter internet grátis…

Deu vontade de você mesmo achar bizarrices? Clique AQUI e boa sorte…

Créditos by: Nerds somos nozes

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por Spyke Postado em Sem categoria

Peripécias do Google Street View

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Bem ao estilo Robert Altman, o Google cada vez mais nos brinda com uma maneira de ver as pessoas de forma bem periclitante. Trata-se do polêmico serviço Street View, que é basicamente composto por um carro que anda por aí com câmeras 360º fotografando as ruas para que todo o planeta possa ver. E isso é divertido pacas. De que outro modo você veria bêbados caídos por aí, casas pegando fogo, ou assaltos? Tá bom, é só ligar a TV… mas ver no Street View dá a impressão de voyeurismo (o que para alguns pode ser bom).

Então,toma aí mais imagens bizarras (com suas respectivas legendas com piadas sem graça)captadas pelo carrinho tarado do Senhor da Internet.

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Bom, geralmente são homens que gostam de mostrar que são os tais e urinam na rua. Mas essa senhora devia estar muito apertada mesmo…

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Uma batida de carro… e um cara bizarro, que parece ter fugido do circo, está passeando por ali!

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Pega ladrão, que não consegue nem escalar um portão sem chamar a atenção de todo o planeta.

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Não saquei qual é exatamente a da cena (ajuda \o/), mas achei bizarra aquela “presença” no porta-malas.

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Prefiro a Lindsay, a Britney, a Paris e… claro, com voltas de distância a Emma Watson!

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O que tem de errado aqui, além de dois soldados medievais lutando na rua?

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Esse aí achou Michael Moore esperto e resolveu abrir uma conta no banco para ganhar brindes…

Gostou da vida de voyeur? Visite o Street View e se achar alguma coisa bizarra (de preferência brasileira) manda pra gente. Se me achar, ganha um mês de publicidade aqui no blog…

Fonte : Nerds Somos Nozes

por Spyke Postado em Sem categoria

Trailer e data de Kizuna!

Mesmo com a falência da Jaleco o projeto continua com toda força!
Kizuna será lançado no dia 28 de maio de 2009 no Japão!

Trailer:

por Spyke Postado em Sem categoria

Personagens engraçados dos sites/fóruns de games

Antes de mais nada!! Sim o texto é gingante!
E não reclame!!!
não me peça um resumo!!

Saudações aos apostadores.

Pensaram que fiquei pulando carnaval, enchendo a cara enquanto me acotovelo entre gente feia e suada e ouvindo música ruim até o limites impostos pela Agencia Mundial de Saúde? Ahn…não. Preparei um texto depois de meses de intensa pesquisa e apurada observação pelos sites/fóruns gamísticos espalhados pela internet. O resultado vocês vêem aí em baixo, com uma seleção de alguns dos personagens mais toscos desse universo. Aproveitem sem moderação.

O pseudo ex-nintendista indignado

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Esse é sem dúvida o tipo mais peculiar desse texto, uma vez que não se trata exatamente de uma espécie de ista, mas da mutação de diversos haters anti-nintendo que infestam os fóruns da internet. Boa parte dessa turma repete como mântras todos os clichês dos homens-pássaros que Sean Malstrom destruiu em seu artigo, com todas aquelas chatíssimas e batidíssimas balelas sobre os casuais e a tal destruição do mercado, que curiosamente continua mais forte do que nunca. Devido ao fato de que depois dos últimos dois anos e tantos meses qualquer vertebrado dotado de estrutura cerebral já tenha se cansado desses papinhos furados, a turminha hater foi obrigada a se adaptar para não entrar em extinção. Daí nasceu o infame pseudo ex-nintendista indignado.

Para conseguirem simular um mínimo de credibilidade e ser mais fácil alguém cair nas bobagens que dizem, se disfarçaram de nintendistas, mas não de um nintendista qualquer, mas de um experiente, que após anos de estrada nos videogames, largou mão desse tal de Wii e seus casuais. Para dar liga a seus textos mal escritos e seus argumentos rasteiros, o pseudo ex-nintendista brinca de múltipla personalidade, criando identidades de pessoas com mais trinta anos (quando na verdade essa molecada mal chegou aos vinte), instruídas e relativamente bem sucedidas, mas que estranhamente passam dias inteiros em fóruns de games. Em suas cabeças, tudo isso é suficiente para tornar críveis os mesmo ranços preconceituosos anti wii que qualquer pivete da geração playstation poderia ter dito, talvez apenas com uma grafia ligeiramente pior.

Embora com uma sofisticação digna de filósofo de boteco, o objetivo desse pessoal é o de qualquer outro tipo de ista de fórum, ou seja, apenas exercer seu ódio e reclamar de um console que nunca teve e de jogos que nunca jogou. Seus discursos lembram muito àqueles velhos que passam as tardes sentados em bancos de praça reclamando da vida, desde a pouca vergonha “dessas meninas de mini-saia” até do absurdo dos casais inter-raciais, sendo igualmente caricatos e sem paralelo nenhum com a realidade. Aliás, por falar em boteco, eles começam a ficar divertidos quando se parecem com aqueles bêbados que depois de levarem uma botina amorosa capaz de separar as duas bandas da bunda, mesmo após a sexta dose de vinho Dani se arrisca a dar conselhos aos demais clientes do bar. Basta surgir qualquer tópico com algum jogo com visual sem a testosterona típica dos jogos de tiro HD, que imediatamente brotam os pseudo-ex nintendistas com seus tratados proféticos sobre a Nintendo ter abandonado seus verdadeiros fãs (como se existissem falsos fãs, mas enfim), o sombrio futuro dominado pelos casuais e a ausência de um Stallone Cobra para exterminar essa doença.

Na esperança de dar algum peso aos seus discursos que são mais monótonos que os do Fidel Castro, resolvem por conveniência defender até mesmo o Nintendo 64 e o GameCube, consoles que eles mesmos desprezavam até o último instante antes do dedo encostar no teclado. Mais instantâneo que fazer miojo em microondas, esses consoles se tornam bastiões da rardecóridade gamer, verdadeiros representantes do puro e verdadeiro “nintendismo” (seja lá o que isso for), embora nem faça muito tempo, eram aparelhos que carregaram a pecha de infantis e coloridos. Mas tudo isso é bobagem, coerência é coisa para casuais. Rardecóre mesmo é criar personagem e apavorar nos fóruns. Uma pequena variante ainda nessa espécie é a historinha do sujeito que após anos ignorando os consoles Nintendo resolveu sem o menor sinal de humildade “dar uma chance” ao console. Aí dá-lhe indignação seletiva sobre coletâneas de mini-games obscuros que nem os próprios nintendistas sabem da existência.

Ninguém acredita de fato nesses personagens, mas eles fingem que não sabem e as briguinhas istas continuam. Vai mais uma dose de 51 ou aceita um tremoço?

O nintendista topa tudo

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O ista por si só é uma caricatura do jogador de videogame. O nintendista topa tudo consegue a proeza de ser a caricatura do nintendista. Ou seja, a caricatura da caricatura. E óbvio que coisa boa não poderia sair daí.

Ninguém leva a sério o nintendista topa tudo, nem mesmo os nintendistas, mas mesmo assim eles tentam convencer o mundo que tudo é legal e tudo é bacana. O topa tudo é aquele tipo de nintendista que ficou tão deslumbrado, mas tão deslumbrado que não entende como a humanidade viveu tanto tempo sem o Wii. Com um jeito irritantemente empolgado e uma alegria insossa de tão inabalável, eles topam qualquer tranqueira que saia para o console (por pior que seja), sem, contudo reclamar da experiência. Target: Terror, Carnival Games, Balls of Fury, Jenga: World Tour, Ninjabread Man, Far Cry Vengeance, Furu Furu Park? Lexotan na cachola e bora pro jogo! Eles não se importam se o jogo é muito ruim, uma porcaria ou um lixo total, a ordem do dia é queimar uma mídia virgem (eles até parecem malucos, mas não rasgam dinheiro) e correr para o abraço. Afinal, o que importa é a inovação do controle, e coisinhas bobas com gameplay bem construído e qualidade técnica e artística são insignificantes.

Apesar de serem motivo de riso por parte de todos os outros istas (que não são tão melhores que eles, vale frisar), os topa tudo não ligam e seguem firmes em sua felicidade eterna. O bom desse pessoal é que não são nada exigentes e não se importam em comprar qualquer tranqueira que a Nintendo lance, por mais inútil que seja. Ao mesmo tempo, enquanto o presidente da Nintendo of America causa surtos de ódio nos nintendistas, pela sua letargia quando se trata de trazer lançamentos de jogos japoneses ou pela falta de ações para garantir mais lançamentos exclusivos, para os topa tudo, está tudo certo. Afinal, se vier jogo novo, legal, se não vier, ok, estão bem do mesmo jeito. Extremamente positivistas, esse pessoal só perde a linha quando vêem alguma avaliação descer o sarrafo em um desses jogos medíocres do Wii. Aí rola aquele engajamento com um nível de seriedade só equiparado aos melhores momentos do Xou da Xuxa, com argumentos maduros e racionais, na linha de “o que importa mesmo é que me diverti de montão em esse jogo”. Pois é…

Embora eles digam que não se importam com notas, em todo santo tópico com reviews de jogos lá estão eles para defender o indefensável. Mesmo que seja o jogo mais esquisito, mais obscuro e mais feito nas coxas ever, eles não só perdem tempo com essas tranqueiras como ainda se esforçam para se divertirem com elas. Basta ter qualquer truque minimamente convincente com o wiimote, que o jogo já tem o suficiente para ganhar os topa tudo. Aliás, o controle do Wii é uma verdadeira obsessão para essa turma, mesmo em jogos cujo gameplay em nada ganhe precise do sensor de movimentos. Até em coletânea de games antigos o pessoal quer usar o wiimote, nem que para isso a sessão de jogo se transforme em uma competição de “air punheta” com direito ao troféu joinha para o zezão vencedor.

É um pessoal tão feliz que enche o saco. No fim são salvos pela falta de noção e senso crítico, mas é justamente a ausência desses elementos que os torna tão aptos para o papel de pateta-mor dos istas internéticos. Se fosse avaliá-los como um game, seriam média 4.5 ou 5.2 no máximo. Bem tosco, mas dá para se divertir.

As viúvas seguistas

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Ah, sempre eles. Confesso que não resistiria a não citá-los em um texto como esse. Se bem que não havia como mesmo. As viúvas seguistas são peculiarmente engraçadas pelo fato de serem os maiores perdedores do mundo dos videogames e ainda por cima terem orgulho disso. Sim, quando se trata de falar sobre a empresa do coração, eles em geral adotam um tom melodramático de dar inveja as melhores novelas mexicanas. Basta um sacripanta escrever alguma coisa que envolva a palavra formada pelas letrinhas mágicas S-E-G-A, que as viúvas ressurgem das trevas para um animado chá das cinco com biscoitinhos amanteigados, tudo isso para lembrar com ternura daqueles “bons tempos que não voltam mais”. Tal qual aquelas tias que em seus animados papos sempre se lembram das mesmas coisas nas mesmas histórias, as viúvas seguistas exaltam sempre o mesmo passado “glorioso” ad nauseum, em um ciclo tediosamente repetitivo. Se fosse para fazer uma analogia com o futebol, os seguistas seriam aqueles torcedores do Santos que eternamente relembram os títulos do Pelé ou aquela pedalada do Robinho sobre o zagueiro corintiano em 2002.

O problema é que os santistas ao menos têm títulos para comemorar, ao contrário das viúvas. Sim, porque se formos analisar a história da Sega sob qualquer ponto de vista que não seja subjetivo, o que teremos é uma trajetória praticamente marcada por derrotas e fracassos. Como provei no texto especial em que tratei dos mitos da Sega, até mesmo o fundador da empresa queria cair fora do ramo de consoles já na época do Genesis, o que por óbvio mostrava que as coisas não iam lá muito bem desde os tempos dos 16-bits. Ainda sim, a sua maneira, a viúva seguista tradicional tem por hábito brincar de historiador e através da pura retórica reescrever os fatos na marra. Retornando a analogia dos chazinhos das tias, é mais ou menos aquela idolatria pós-morte aos seus falecidos maridos, que instantaneamente viram verdadeiros baluartes da moralidade, mesmo que tenham sidos os maiores devassos em vida. As nossas viúvas são idênticas. Nessas horas o maior amigo de um seguista é o sofisma. Afinal, trata-se de uma ferramenta fundamental para a manutenção do mundo mágico sagrado dessa turma, que as vezes ganha contornos tão lisérgicos a ponto de transformar a vila dos Smurfs em lugar quase real.

Dos tipos descritos aqui, as viúvas seguistas são os por quem eu mais me simpatizo, mesmo já tendo sido achincalhado por vários deles. Sim, é verdade, até porque eu vivenciei os anos em que eles se sentiam os bambas do mundo dos videogames. Mas a razão principal da simpatia é que eu vejo um quê de fofo na louvação deles, a ponto de eu quase soltar uma lágrima quando leio um texto “melacuecamente” apaixonado sobre o impacto da queda do Dreamcast em suas vidas. Eles não sentem tanta saudade nem de suas próprias mães, mas se derretem todinhos ou reverem aquela intro gritando “SEGAAAAA” em um daqueles vídeos de revival de jogos do Youtube. Mas até que entendo o sentimentalismo desse pessoal. Deve ser especialmente doloroso ter visto a Sega ser salva por uma empresa cuja especialidade é a produção de pachinkos, os constantes vexames dos jogos do Sonic e que nem o Yuji Naka trabalha mais lá.

Dizem que boa parte do contingente “viuvista” debandou para o lado do Xbox, particularmente não sei isso é verdade mesmo. Pouco importa. De qualquer forma, tal qual um viado enrustido não se segura e acaba se revelando ao ouvir “I Will survive” (pior que eu presenciei uma cena dessas na minha formatura), experimente escrever algo na linha de “Super Nes dava um pau no Mega Drive” ou “o Saturn era pior que o Playstation”, e verás vários istas supostamente de outras agremiações soltando a franga sem o menor pudor.

O teste é garantido ou seu dinheiro de volta.

O “pczista” supra-sumo da humanidade

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Esse é um dos tipos especialmente mais engraçados da fauna presente nos fóruns internéticos. Exatamente como no epíteto, eles realmente acreditam que são especiais. Para identificá-los é fácil, bastando dar uma olhada na área em que normalmente ficam as assinaturas dos zezões. Para tentarem se auto-afirmar sobre os demais istas (e sobre outros pczistas também) e mostrarem o quão bons são, sempre colocam as supostas configurações de suas super máquinas com seus trocentos gigas de memória ram, processadores com dezenas de núcleos além de suas caríssimas placas de video que serão de último tipo só até semana que vem. Ah claro, tudo isso sem esquecer de mencionar as marcas e modelos desses componentes, de preferência quanto mais de grife forem, melhor. Sim, porque se sua moderníssima placa-mãe “Power Core Platinum Destroyer Viper Kamen Rider Black Escort XR-3″ tiver um modelo cujo único acréscimo for a palavra “Deluxe”, aquilo que está no seu computador automaticamente se transforma em puro lixo.

Falando de placa de vídeo, esse é um item de especial apreço para essa turma. Ouse dizer a um pczista que sua preciosa ATI ou Nvidia não roda Crysis (ou qualquer outro jogo que exija uma configuração absurda) “no talo” a 7968×4569 com 565675x de anti aliasing e TODOS os efeitos ligados em DirectX 10, e você verá a fúria geek babando em sua direção. Isso acontece pelo fato de que foram eles, os pczistas, os inventores da deprimente moda de postar fotos que de tão grandes, quebram a barra de rolagem e atrapalham a visualização geral de um fórum, somente para provarem que aquela ranhura na textura de uma parede, aquele reflexo d’água ou aquele detalhe do botão da lapela de um personagem possui um parallax mapping ou motion blur tão avançado que somente a placa deles seria capaz de rodar. Sério, eu já acompanhei tópicos em que esse tipo de discussão alcançou mais de uma dúzia de páginas, em eu ficava vendo até onde os boçais eram capazes de chegar ao ranking da imbecilidade humana. O mais estranho é que não sei como esse pessoal consegue jogar qualquer coisa que seja somente andando pelos jogos olhando para o chão e lambendo as paredes só para apreciarem todos os detalhes em altíssima resolução.

Além de serem insuportáveis a ponto de competirem entre si, os pczistas se acham tão bons a ponto de desprezarem os demais tipos de istas, que eles chamam genericamente de “consolistas”. Para os pczistas, qualquer pessoa que não possua um verdadeiro simulador para lançamento de mísseis da Nasa dedicado apenas a rodar jogos, é um ser inferior e que nada entende de videogame. Para eles, causa calafrios a idéia de alguém não dar a menor bola para intricados esquemas de instalação de patchs para melhoria de alguma perfumaria que em geral não adiciona absolutamente nada à experiência de jogo. O mais engraçado desse pessoal é uma esquisita sensação de auto-suficiência e prepotência pelo fato de que na cabeça deles o PC é a única plataforma definitiva e a ela nada lhe falta, porém, ao mesmo tempo eles escondem toneladas de emuladores de vários consoles em seus computadores. Apesar de que nem mesmo um emulador de Atari 2600 não pode ser rodado sem antes serem aplicados todos os filtros gráficos possíveis (todos ao mesmo tampo, claro) e ter pelo menos uns 15 gigas de pacotes de texturas hi-rez customizados. Sabem como é, nem mesmo Frogger ou Pitfall pode ser jogado se houver um mísero serrilhado.

Na essência, o pczista é um tipinho absolutamente contraditório. Tiram sarro se alguém compra uma televisão de LCD e cabo HDMI para jogar em alta resolução, mas não tem a menor vergonha de gastar mais de três mil reais somente em uma placa de vídeo de último tipo. Riem das brigas dos demais istas, mas perdem horas e horas discutindo inúteis minúcias gráficas ou detalhes insignificantes do último drive que melhora a performance de um jogo qualquer. Adoram usar termos como teraflops, bandwitch, floating point, vertex shader entre outros, mesmo sem saber o que de fato significam. Mas tá tudo certo, afinal eles são felizes dessa forma, acreditando mesmo que podem ser melhores que alguém por ter mais memória ram DDR2. Foi cientificamente comprovado que 96% deles moram com a mãe e continuam tomando Ovo Maltine com açúcar mesmo depois dos vinte um anos.

O sonista tecnólogo

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Uma espécie variante/prima do Pczista supra-sumo, o sonista tecnólogo é antes de qualquer coisa um deslumbrado. E é fácil saber o porquê disso. Depois de apanharem defendendo os consoles mais tecnicamente defasados das últimas duas gerações (papel que agora cabe aos nintendistas), assim que a Sony anunciou seu projeto megalomaníaco do Playstation 3, como por encanto os sonistas viraram da noite para o dia verdadeiros doutores em tecnologia e ciências da computação. Tal quais seus primos adeptos do monitor e torre, os sonistas passaram a repetir feitos papagaios toda sorte de termos técnicos que eles não têm a menor idéia do que signifiquem na prática. Curioso que da mesma forma que um fanático religioso pode ter uma intensa adoração por um monumento ou adereço sagrado, os sonistas tecnólogos passaram a exercer mesma adoração em relação ao processador Cell, embora nenhum deles jamais tenha ouvido falar desse chip em suas vidas antes do PS3. Ainda que boa parte deles jogue videogame nas velhas tevês de tubo, adquiriram a mesma obsessão dos pczistas por contagem de quadros por segundo, porcentagem de anti aliasing, bump mapping entre outros efeitos que até antes de 2006 não passavam de “frescura” ou “perfumaria”.

O que os difere, porém, dos outros istas é o comportamento desse grupo que se assemelha ao dos chamados “novos ricos”, ou seja, daquele tipo de pessoa que saiu da pobreza, enriqueceu rapidamente, mas devido à falta de educação, conhecimento e modos continuam se comportando como se ainda fosse pobre. No caso dos sonistas, até outrora se orgulhavam de suas vastas coleções de jogos piratas, do conhecimento de todos os esquemas dos chips de destrave (já vi alguns até mesmo colocarem a marca e o modelo em suas assinaturas, algo do tipo “powered by Matrix Infinty v.3.55″), e até mesmo de competirem pela taça “quem comprou seu PS2 pelo esquema mais mutreta possível”. Riam de qualquer pessoa que comprou jogos originais, chamando-a de “otário” e “playboy”. Mas com a chegada do Playstation 3, tudo mudou.

Agora os mesmos figuras acham lindo pagar preço de original (se foi caro melhor ainda) por um demo como Gran Turismo 5 Prologue. Adoram exibir fotos de sua “nova comprinha” embora provavelmente tiveram que vender até os rins a máfia para conseguir adquirir o console. DVD? Instantaneamente virou peça de museu, agora só Blu-Ray e o resto é resto, embora nunca tenham assistido a um só filme nos disquinhos azuis. Tudo isso se encaixa perfeitamente naquela frase que dizia “comeu mortadela e arrotou peru”, e em um surto de amnésia total, aqueles mesmos que jogaram com gosto e nem ligavam que Resident Evil 4 do PS2 era tecnicamente bastante inferior ao do GameCube e achavam o máximo que God of War era “quase um Xbox”, agora tem altos faniquitos se algum caixista ousar dizer que o PS3 tem 1% a menos de performance que o X360 em qualquer jogo que seja.

Esses momentos são especialmente engraçados. Eles se juntam em bandos e são capazes de ficarem tópicos inteiros tentando mostrar uma diferença que é praticamente imperceptível para o resto da humanidade. No desespero de tentar provar o impossível, recorrem às explicações mais esotéricas e as “comprovações” mais obscuras possíveis, na linha de “Fulano de tal do fórum Xing Ling Ho Go Sung de Taiwan, através de exaustivos testes técnicos provou que o (insira no nome do jogo aqui) roda a 0,2fps a mais com 1080p e 4xAA do que o Xbox 360 nos solstícios de inverno.” Ao mesmo tempo em que dispõem de verdadeiros tratados técnicos amplamente documentados de que o PS3 é a máquina mais poderosa do planeta até para fazer uma lingüiça na chapa, simplesmente desaparecem sem deixar vestígios quando questionados sobre os vexames do aparelho, como o fracasso do Sixaxis, e aqueles tempos de carregamentos lerdos e as instalações obrigatórias em jogos que o X360 roda igualzinho sem nada disso.

Pois é, são tecnólogos só até onde interessa. Mas os istas são assim mesmo, metade especialistas, metade surdos e mudos e totalmente engraçados.

O caixista mulher de malandro

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Aí gente! Minha mina queimou o Xbox da gente!
Querido! Não acredito que você voltou bêbado para casa de novo! Além do mais, você ainda não pag…
TABEFE!!!

Aphrontah minhah jhantah que toh cum fomeh, muié!

(mão sobre a maça do rosto do rosto) Sim, querido…”

A cena acima vocês já devem ter visto em algum antigo filme nacional ruim, em seriados ou até em alguma dessas novelas globais que adoram usar o truque do marketing social para alavancar a audiência e gerar assunto nos programas vespertinos de fofoca. Mas acreditem, há um segmento entre os caxistas que se encaixam exatamente no papel de mulher de malandro. E ainda por cima gostam.

Segundo um recente levantamento do Instituto de Ciências e Estatística do Vale do Jequitinhonha em colaboração com cientistas de São João do Mato Seco, 90% da população mundial de caixistas sofre de paranóia crônica em decorrência do altíssimo índice de Xboxes que vão para o brejo devido as infames três luzes vermelhas. A culpa toda, claro, é da Microsoft que apressou o projeto do Xbox 360 e mandou o controle de qualidade às favas. Quando a batata assou, ao invés de sanar o problema, a empresa do tio Bill preferiu ignorá-lo até onde fosse possível e deu no que deu. O resto vocês já sabem e é amplamente conhecido por todo mundo. Mesmo assim, por algum desses mistérios da natureza, surgiu um grupo capaz de afirmar com todas as letras que tudo isso aí que foi dito do Xbox não passa de intriga da oposição. O mais bizarro é que muitos desses seres já estão no terceiro ou até mesmo no quarto console, mas não arredam pé de que isso é “perfeitamente normal”.

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“Aquela casual da minha ex-mulher torrou meu Xbox Falcon. Aí não tive dúvida: soco no baço e voadora de duas pernas no pescoço resolvem qualquer discussão.”

Como aquelas mulheres que ao serem levadas para a delegacia prestar queixa contra o marido agressor, mas que na hora “H” justificam todas as porradas do dito cujo, existem caixistas capazes de justificar TODAS as cagadas da Microsoft com argumentos tão elásticos que dariam câimbra até no Dhalsim. É particularmente divertido ver sujeitos que se ferraram com consoles do Paraguai ou da 25 de março falarem de boca cheia em “garantia estendida”, ou quando postam com os olhinhos cheios de brilho e esperança alguma notícia sobre as miraculosas novas placas de nomes estrambóticos, que darão uma enganada até a próxima versão. Pior que ao mesmo tempo em que candidamente juram que os casos de “3RL” são dentro do “esperado” e que não se preocupam com isso, já vi tópicos quentíssimos com verdadeiros trabalhos de espionagem com direito a fotos secretas, informantes anônimos e métodos da KGB para identificação de códigos de cada placa. James Bond ficaria orgulhoso.

Isso sem falar nas maravilhas modernas da engenharia contemporânea com os mods e afins, em que o espírito de MacGyver baixa e dá-lhe “cooler criogênico subatômico feito com um metro de cadarço, uma tira de borracha, cola Tenaz, um drops de Halls preto e uma casca de banana”. Ah, claro, nada disso funcionaria direito sem a imprescidível cuspida. Para as mulheres de malandro, isso tudo é só para dar “aquela incrementada” ou “para se garantir”, mas admitir o pavor das três luzinhas? Rá, isso nunquinha da Silva. Ao invés de admitirem a escolha de um console problemático que pode dar chabu a qualquer momento, eles preferem continuar apanhando e fingindo que tudo é assim mesmo. Não colocou as duas pedrinhas de gelo no uísque do maridão? Cotovelada nela! Esqueceu de passar aquela camisa preferida dele? Tabefe nela! O bife passou do ponto? Roundhouse kick nela! Os caixistas são idênticos, sem tirar nem por. Comprou um X360? DVD riscador de mídia. Comprou outro X360? Toma pau de console recondicionado. Comprou um X360 Falcon? E leva 3RL. Insistiu no X360 Jaspion? Superaquecimento na fuça.

De pau em pau, de mentira em mentira, de sacanagem em sacanagem, os caixistas vão seguindo em frente, como boas meninas obedientes que são. As vezes um ou outro bem de leve admite o problema, para logo em seguida vir com uns papos de “nossos exclusivos compensam”, como se esse “nossos” significassem que são acionistas majoritários da Microsoft. O que nenhum deles jamais explicou até hoje é porque não foi noticiado nenhum caso de PC torrando com os mesmíssimos jogos “exclusivos”. Mas deixa estar. Logo o maridão chega e se tudo não estiver arrumadinho o couro come. Principalmente o ventilador estrategicamente posicionado ao lado do Xbox.
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E assim chegamos ao final. Aprendam a brincar um pouco meus queridos istas. Até a próxima, amiguinhos.

Texto hilário retirado do gamevicio

por Spyke Postado em Sem categoria

“God of War III” vem até abril de 2010, esclarece

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Na semana passada, usuários do PlayStation 3 receberam a notícia de que “God of War III” e “MAG”, alguns dos jogos exclusivos para o console de maior expectativa, seriam lançados durante o ano. Porém, esclarecendo a situação, a Sony confirmou que, na verdade, ambos os títulos podem, no final das contas, só serem lançados em 2010.

A confusão começou quando a Sony emitiu uma nota para “Killzone 2” na semana passada, informando claramente que Killzone 2 “conduziria um ano sem precedentes” para o PlayStation 3, mencionando em seguida “God of War III” e “MAG” como exemplos do que esperar para o sistema.

No entanto a Sony esclareceu que os jogos estão previstos para o atual ano fiscal, que no caso da Sony se encerra em 31 de março de 2010. Isso não confirma, porém, que os jogos não poderão chegar ainda em 2009, mas deixa aberta a possibilidade de uma espera extra posterior ao Natal de até três meses pelos dois jogos. A Sony já havia dito que a data prevista de lançamento para “God of War III” seria revelado na E3 deste ano, a realizar entre 2 e 4 de junho.

A lista de grandes tí­tulos que a Sony promete para seu console em 2009 inclui ainda “Uncharted 2: Among Thieves”, “inFamous”, “Heavy Rain” e “MLB 09: The Show”.
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Já “MAG”, que foi apresentado na E3 do ano passado, significa “Massive Action Game”. Trata-se de um título multiplayer de guerra para até 256 jogadores.

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Produtora de Doom pode fazer jogo para Wii

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Em agosto do ano passado, John Carmack, diretor técnico da Id Software, disse à revista americana Game Informer que a Nintendo inovou os conceitos de interface com o Wii e o Nintendo DS, mas que os conteúdos da companhia, que tem em seu portfólio franquias como “Doom” e “Quake”, não são ideais para as plataformas da “Big N”.

Mas, agora, falando para o site MTV Multiplayer Blog, afirma que o Wii é o console que mais tem jogado com seu filho de quatro anos e é muito “simpático” à plataforma.

Mais que isso, confirmou que está negociando um projeto para o Wii, que está relacionado a um jogo para iPhone que está em desenvolvimento. Um desses games para o celular multimídia da Apple é uma versão de “Wolfenstein RPG”. Carmack apenas adianta que “Rage”, game de tiro em mundo aberto que está sendo desenvolvido para PC, Xbox 360 e PlayStation 3, não é uma opção para Wii, já que o console carece de tecnologia para rodar o game.

Um dos poucos jogos recentes que a Id Software lançou para plataformas da Nintendo é o RPG “Orcs & Elves”, para DS, feito para Fountainhead Entertainment com design de John Carmack.

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RUMOR – Clímax pode trazer Silent Hill 1 para o Wii

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Rumores na indústria indicam que o projeto de terror do estúdio Climax pode ser Silent Hill para Wii e PSP. Porém, ao invés de um novo game da série as informações apontam para um remake do jogo original – com controles de movimento, claro.
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Vamos aguardar e ver no que dá a notícia. Remake e ports nunca são bom sinal, mas é sempre bom esperar algo mais oficial antes de comentar.
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Fonte: IGN

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